Em O Grito do Porão, o autor nos guia por uma jornada visceral que rompe a barreira do tempo para expor as feridas abertas de uma nação moldada pelo silenciamento. A obra introduz o conceito da "Arquitetura da Invisibilidade", revelando que o porão não é apenas um local físico — como o porão de um navio negreiro em Sirinhaém ou o subsolo técnico de um prédio moderno —, mas uma categoria política e psíquica.
Através de uma pesquisa profunda que cruza áreas como a Biofísica, a Etnobotânica e o Direito Imperial, o livro denuncia como o Estado brasileiro utiliza esses espaços para exilar o que deseja esquecer: o corpo negro, a cultura ancestral e a verdade histórica. É um convite para ouvir as vozes que foram abafadas pelas estruturas de concreto e poder, transformando o silêncio em um grito de resistência e autodescoberta.
Pontos Centrais da Obra:
A "Arquitetura da Invisibilidade": Como o design das cidades e das leis foi feito para esconder certos corpos.
Multidisciplinaridade: O uso da ciência e da história para fundamentar a crítica social.
Resgate Histórico: Uma análise sobre o impacto do passado imperial na desigualdade contemporânea.
| Número de páginas | 68 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.