Entre Buenos Aires e o Brasil, entre a memória e o corpo, entre o que se perdeu e o que insiste em permanecer, este livro atravessa a existência com a ferocidade silenciosa de quem sabe que continuar também é um milagre. Misturando lirismo visceral, elegias íntimas, política, infância, amor e exílio, a obra constrói uma cartografia emocional em que a morte não é fim, mas passagem; o cansaço não é derrota, mas território; e o gesto de permanecer vivo é, ao mesmo tempo, ferida e resistência.
Inspirado por Ferreira Gullar, Milton Nascimento e Belchior, e ainda assim absolutamente singular, este é um livro que não pede respostas: ele abre fendas, ruídos, memórias e luzes. É poesia para atravessar, para reconhecer-se, para respirar entre ruínas. Um livro sobre estar vivo quando a vida pesa, e sobre o que nasce no intervalo entre o som e o silêncio.
| Número de páginas | 139 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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