O arrebatamento que ninguém viu
Durante séculos, a humanidade ouviu falar de um acontecimento extraordinário chamado arrebatamento.
Aprendemos a imaginá-lo como um momento futuro, grandioso e definitivo: os céus se abririam, multidões seriam retiradas da Terra e aqueles que estivessem preparados seriam conduzidos para uma realidade superior.
Mas e se estivermos procurando o arrebatamento no lugar errado?
E se ele não for, necessariamente, um acontecimento que ocorrerá diante dos olhos de todos, mas uma experiência que acontece silenciosamente dentro de um indivíduo?
E se o arrebatamento não significar simplesmente ser levado para algum lugar, mas ser elevado a um estado de consciência que antes era inacessível?
Essa pergunta é o ponto de partida desta obra.
Não se trata aqui de negar a fé de ninguém, tampouco de substituir uma interpretação religiosa por outra. O propósito é investigar uma possibilidade: a de que determinadas palavras, símbolos e promessas espirituais possam esconder uma dimensão interior que atravessa épocas, culturas e sistemas.
Talvez tenhamos aprendido a olhar para o céu quando deveríamos ter aprendido a olhar para dentro.
O mistério da promessa
Existe algo intrigante na ideia do arrebatamento.
Se ele fosse apenas um acontecimento futuro, universal e coletivo, então dependeria de uma determinada época da história. Teria um começo, um momento específico e um fim.
Mas e se a promessa for atemporal?
E se homens e mulheres, em diferentes épocas,
| Número de páginas | 346 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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