Na manhã do próprio casamento, tudo o que ele havia sonhado termina de forma inexplicável.
Débora está morta.
Sem respostas para a tragédia, ele tenta seguir em frente, mas a dor logo dá lugar a acontecimentos perturbadores. Estranhas aparições, pesadelos cada vez mais reais e uma presença silenciosa passam a acompanhá-lo por onde quer que vá. Aos poucos, a fronteira entre a sanidade e a loucura desaparece.
Naquela Madrugada Fui ao Cemitério é um romance de horror psicológico que mergulha nos limites do luto, da culpa e da obsessão, conduzindo o leitor por uma história em que o maior terror talvez não esteja nas sombras... mas dentro da própria mente.
| Número de páginas | 88 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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