Em 1943, em um mundo marcado pela guerra, uma menina italiana recebe um simples caderno. Nas mãos de Maria Helena Duco (1937–2023), ele se transforma, ao longo das décadas, em um precioso repositório de autógrafos de artistas do teatro e do cinema, testemunhando sua admiração pela arte e pela cultura visual do século XX.
Este livro nasce do encontro entre memória e investigação histórica. Ao analisar a materialidade das assinaturas — seus traços, gestos e contextos —, o autógrafo deixa de ser mero souvenir e se revela como documento, vestígio e texto. Mais do que um inventário de nomes, a obra reflete sobre a escrita como presença e sobre o caderno como espaço de afeto, preservação cultural e memória, capaz de conter uma história muito maior do que aparenta.
| Número de páginas | 130 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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