A poesia, mesmo quando nasce do inferno cotidiano, ainda é gesto de amor à linguagem, à existência e à possibilidade de transformação. Por fim, preciso dizer também que estes poemas não esperam aplausos. Eles não foram escritos para agradar. Boa parte deles incomoda quem finge que está tudo bem, cutuca feridas que escondemos sob a edge fria do falso moralismo. Se arrancarem algum sorriso, que seja nervoso, mas se provocarem silêncio, que seja do tipo que pesa no fundo da alma. Se alguma linha te incomodar, ótimo. Versos que não arranham servem apenas para enfeitar...
| ISBN | 9786502002964 |
| Número de páginas | 180 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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