Nesta obra, o leitor encontrará uma arquitetura poética que se equilibra entre o céu e o chão. Há uma espiritualidade latente e uma humanidade crua: o nó na garganta da partida, o desejo que arde sem o toque, a saudade que faz o tempo parar e o jogo de cartas onde se aposta o coração. A alma é despida, tratando o amor como uma "cruz", mas também como a "brisa mansa que vem do arrebol". Ele nos lembra que a alma é movimento, é vaidade, é silêncio, e, por isso mesmo, busca por redenção. Prepare-se para uma experiência sinestésica.
| Número de páginas | 93 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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