Muitas pessoas perseguem a felicidade como se ela estivesse sempre depois de alguma coisa: depois da conquista profissional, do corpo desejado, da independência financeira, do relacionamento certo, da vida finalmente organizada e livre de desconfortos. Essa expectativa, embora compreensível, sustenta uma promessa frágil: a de que a felicidade será um destino final, uma recompensa futura, um lugar emocional onde a dor não entra e a dúvida não incomoda.
A ciência e a experiência humana mostram algo mais complexo: o bem-estar subjetivo não depende apenas dos fatos, mas da forma como a mente os interpreta. Memória, imaginação, expectativa, comparação e significado participam silenciosamente daquilo que chamamos de felicidade. Circunstâncias externas importam — especialmente quando oferecem segurança, dignidade e liberdade —, mas não substituem o trabalho interno de perceber, interpretar, escolher e construir sentido.
A partir da neuroplasticidade, o livro mostra que aquilo que repetimos se fortalece — mas que novas rotas também podem ser construídas. Atenção, regulação emocional, hábitos, ressignificação de memórias, meditação e auto-hipnose aparecem aqui como caminhos concretos para tornar a mente menos automática e mais livre.
| ISBN | 9786502187531 |
| Número de páginas | 211 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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