Eu O COMUNISTA
Wellington Marques Santana
Antônio era um homem simples do sertão que só queria justiça e dignidade para todos. Chamado de comunista e perseguido após 1964, sofreu crueldades sem nunca deixar de amar o próximo.
Esta história comovente mostra a força da verdade, a resistência da família e a luta pela democracia. Uma lição: o rótulo não define ninguém — o que vale é o que existe no coração.
“Ser comunista, para ele, foi só amar demais as pessoas. E isso nunca foi comunismo.”
| Número de páginas | 25 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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