Trinta dias. Trinta poemas, trinta passagens e trinta perguntas.
Cada dia deste devocional traz um poema, uma palavra da Escritura e uma pergunta — e pede uma quarta coisa: a sua resposta, escrita à mão, no espaço reservado para ela.
Catorze dos poemas nunca foram publicados. Os outros dezesseis vêm de Enquanto durarmos e voltam de propósito: um poema lido de uma vez é uma coisa; lido de manhã, ao lado de uma palavra e de uma pergunta, é outra.
Os encontros entre poema e Escritura não são ilustrativos. Alguns confirmam, outros discordam. No dia 17, o poema diz "construir em cima dos entulhos e erguer um castelo: é só não desistir" — e o Salmo 127 responde que, se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam. Os dois ficam de pé, e é o leitor quem vive no meio.
No último dia, uma descoberta: o poema que fecha o livro já era Mateus 6 desde o começo. Os lírios do campo, as aves do céu.
Não há resposta certa esperando no fim. Se houvesse, teria sido outro livro.
Companheiro do livro de poemas Enquanto durarmos, publicado simultaneamente.
| ISBN | 978-65-266-8422-1 |
| Número de páginas | 80 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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