Como terá sido a vida na antiga cidade colonial de Barbacena? Houve indígenas, mineradores, escravizados, imigrantes; presos na velha cadeia, disputas por terras e justiça? Alguém terá morrido na forca? Quem construiu estas igrejas e casarões?
Caminhar pela cidade antiga — ou pelo que restou do antigo na cidade viva — é uma aventura no espaço e no tempo. Nem tudo é renovado no mesmo ritmo; há convivências que parecem anacrônicas. Construções seculares nos surpreendem em meio à modernidade com sua arquitetura marcante, símbolo de tempos idos. Impressionam e remetem seus usuários ao longo de tantas gerações.
Quem terá caminhado antes por esta calçada ou à sombra da árvore antiga da praça? Quantos pisaram em degraus hoje desgastados, atravessaram o portal de madeira de lei, avistaram a cidade pela velha janela de guilhotina? Estar em um lugar histórico, já ocupado por tantas pessoas no passado, é cruzar com elas no espaço onde suas vidas ocorreram.
Da junção da experiência de caminhar por locais históricos com a memória de relatos de vida, nasceram contos. São viagens a períodos distintos da história de Barbacena — momentos de conflitos pessoais historicamente situados, com informações, detalhes e descrições de costumes e do imaginário da época. De certa forma, são capítulos isolados de uma história da vida privada, baseados em fatos comuns às suas épocas e representados por personagens imaginários com boa dose de verossimilhança, em um exercício de pesquisa da vida cotidiana.
| Número de páginas | 168 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.