O QUE ACONTECE QUANDO A POESIA DESCE DO SALÃO NOBRE E VAI TOMAR UM CAFÉ NA COZINHA?
Neste livro que ousa perguntar “É ISSO MESMO?”, o cotidiano mais banal é dissecado com a precisão de um cirurgião e a solenidade de um padre. Aqui, a prisão de ventre vira uma égloga sagrada, o Wi-Fi que cai se revela um relacionamento tóxico, e a fila do banco se transforma em um purgatório burocrático.
Com uma ironia afiada e um duplo sentido que vai do hilário ao filosófico, estes poemas vestem a fofoca com roupas de soneto, tratam a traição com a frieza de um tratado geológico e encontram erotismo no barulho de um ventilador quebrado. É uma celebração literária do ridículo humano, uma investigação poética sobre por que sofremos com coisas pequenas e rimos de coisas sérias.
Prepare-se para encontrar o sublime no detergente, o épico no ônibus lotado e a metafísica no chinelo furado. Este livro é para quem suspeita que a vida seja, no fundo, uma grande piada de duplo sentido e que a poesia é a melhor maneira de contar a piada sem rir (ou rindo muito, por dentro).
UM CONVITE PARA LER O MUNDO COM OS OLHOS BORRADOS DE IRONIA E A ALMA LAVADA DE PRECONCEITOS LITERÁRIOS.
| ISBN | 9786501896038 |
| Número de páginas | 115 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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