SINOPSE OFICIAL
“UM BONDE DESGOVERNADO ATRAVESSA A CIDADE.
Dentro, viajam:
1. Um coveiro que enterra versos em vez de corpos.
2. Uma estrela cadente com débito no Serasa cósmico.
3. Um Pato Palerma que só quer café (e talvez um pouco de sentido).
O TEMPO ESTÁ QUEBRADO.
O futuro nunca chega, o presente é um boato e o passado é um fantasma com fome de memórias.
NESTE LIVRO, VOCÊ ENCONTRARÁ:
• Poemas que nasceram de um acidente entre um trem e um dicionário.
• Risadas que doem mais que lágrimas.
• A pergunta que ninguém ousa fazer: “E se a morte for só uma piada sem graça?”
LEIA SE:
Acredita que a poesia pode ser uma alucinação coletiva.
Ou se já chorou vendo um bonde passar vazio.
Ou se simplesmente não aguenta mais livros que fazem sentido.
BEM-VINDO AO ÚNICO TREM
ONDE A ÚLTIMA PARADA É O ABISMO
E A PASSAGEM CUSTA APENAS UM SUSPIRO.”
TAGLINE PARA AS REDES SOCIAIS:
"Pegue carona no delírio: um livro que é um acidente de bonde em forma de poesia."
CITAÇÕES FICTÍCIAS DE CRÍTICOS:
"Uma viagem alucinante entre o riso e o desespero. Se Kafka fosse um passageiro de bonde no Brasil."
— Fulano, Cadernos do Caos
"O Pato Palerma rouba a cena. Nunca a literatura precisou tanto de um animal incompetente."
— Ciclana, Revista do Desassossego
AVISO FINAL DA SINOPSE:
*"Este livro pode conter traços de:
• Filosofia de boteco.
• Relógios derretidos.
• Esperança (em doses homeopáticas)."
• (Pronto para ser usado como isca para leitores perdidos no mesmos trilhos que nós.)
| ISBN | 9786501901763 |
| Número de páginas | 49 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Argolado |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Português |
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