E se o vazio que você sente não for falta de algo… mas excesso de desconexão com quem você é?
Em CONECTE, acompanhamos uma travessia invisível que começa sem aviso: uma leve sensação de “quase”. Quase feliz, quase satisfeito, quase vivo. No meio da rotina automática — entre cafés apressados, dias repetidos e relações que já não tocam fundo — nasce um incômodo silencioso que não pode mais ser ignorado. Não é dor explícita. É ausência de presença. É a estranha sensação de estar vivendo uma vida que funciona… mas não pulsa.
À medida que o silêncio interno ganha voz, o mundo externo começa a perder o ruído de controle. Surge então uma jornada intensa e profundamente humana: o confronto com a própria desconexão. Não como uma crise repentina, mas como um despertar gradual, onde cada escolha, lembrança e percepção começa a revelar o quanto de si foi abandonado para caber em expectativas, papéis e sobrevivências emocionais.
Mas CONECTE não é apenas sobre perder-se. É sobre o retorno. Sobre atravessar o desconforto de olhar para dentro, reconhecer o que foi evitado e descobrir que aquilo que parecia vazio sempre teve nome — apenas estava esquecido. E quando a consciência desperta, não há retorno inocente: tudo o que antes era automático passa a ter peso, sentido e verdade.
No fim, a pergunta não é mais “o que falta em mim?”, mas “em que momento eu deixei de me ouvir?”
Uma obra sobre despertar, presença e a dolorosa — e libertadora — arte de voltar para si mesmo.
| Número de páginas | 35 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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