Se gostas de histórias de terror sobrenatural com um ritmo acelerado, "Como Matar Á MORTE" pode ser uma leitura interessante, especialmente pelo seu conceito de "inevitabilidade".
Aqui estão alguns pontos para te ajudar a decidir se é um bom livro para o teu gosto:
Pontos Positivos:
Atmosfera de Tensão: O autor, Alex Barros, consegue criar uma sensação de urgência. O facto de a entidade (Tânatos) marcar as vítimas com um símbolo físico cria um suspense eficaz — tu sabes que algo vai acontecer, só não sabes exatamente quando.
Nostalgia e Consequências: A premissa de um erro cometido na infância (em 1996) que volta para assombrar os amigos 20 anos depois é um tropo clássico (estilo It de Stephen King), que funciona bem para criar empatia pelos personagens.
Leitura Rápida: Por ser um "livro curto de terror básico" (como o próprio autor define na introdução), é ideal para quem procura uma história que se lê de uma só vez, sem grandes rodeios.
O Final: O desfecho traz uma reviravolta interessante sobre o destino do narrador, transformando o herói em algo diferente do que se esperava.
O que pode não agradar a todos:
Simplicidade: Como é uma obra curta, o desenvolvimento de alguns dos sete amigos é limitado. Alguns personagens aparecem apenas para morrer, sem que tenhamos tempo de conhecer a sua história a fundo.
Estilo Direto: A escrita é muito direta e focada na ação. Se preferes terror psicológico lento e descrições literárias muito densas.
| Número de páginas | 90 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Português |
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