Uma noite. Um clarão no céu. Um estrondo que veio de lugar nenhum. Depois, o silêncio. Pela manhã, não havia cratera. Não havia destroço. Apenas um cheiro metálico grudado no ar da floresta. Nos dias seguintes, as pessoas começaram a sumir. Um a um. Sem explicação. Sem rastros. Portas abertas. Refeições pela metade. E um silêncio que pesava mais do que qualquer grito. Os poucos que se aventuraram na mata voltaram diferentes. Voltaram com os olhos vazios e a respiração cortada. Falaram de sombras que se moviam contra o vento. De uma luz que pulsava como um coração doente. E de um símbolo. Um símbolo antigo. Um símbolo que todos reconheceram mas ninguém queria acreditar. Porque acreditar naquilo significava admitir que o pior pesadelo da humanidade não tinha sido enterrado. Apenas adiado. Algo caiu do céu. Algo que não era deste mundo. Mas o terror não está lá fora. O terror está voltando para casa. E desta vez, não há exército. Não há governo. Não há herói. Apenas uma cidade pequena. Um segredo de 1945. E uma verdade que vai fazer você olhar para o céu todas as noites antes de dormir.
| Número de páginas | 65 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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