O mundo acabou faz onze meses, e ninguém sabe direito por quê.
Numa única flor esquecida no interior do Paraná nasceu a cura de tudo: água limpa, doenças que somem, fome que desaparece. A humanidade chamou aquilo de A Verdadeira Magia e achou que tinha encontrado o paraíso. Até o dia em que o paraíso cobrou o preço, e noventa e cinco por cento das pessoas viraram cinza.
Pedro sobreviveu. E, como todos os outros sobreviventes, acordou diferente: com um poder que é o formato exato da própria dor. Ao lado de mais quatro jovens tão quebrados quanto ele, uma que sente a vida, uma que ouve a voz da Terra, um que queima e uma que domina as sombras, ele descobre que a flor não é uma planta, e que a salvação do mundo escondia um segredo muito mais antigo e faminto.
Perseguidos por homens de olhos prateados, guiados por uma velha que atravessa paredes e caçados por algo que planta mundos apenas para colhê-los, os cinco vão atravessar uma terra em ruínas para responder à única pergunta que importa: se os humanos são mesmo os únicos seres capazes de evoluir, o que significa, de verdade, evoluir?
| Número de páginas | 486 |
| Edição | 1 (2021) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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