Aconteceu de novo no verão de 1986, E ninguém em Santa Mira parecia notar a velha torre de transmissão no alto da colina. Ela estava ali havia décadas. Silenciosa. Esquecida. Até voltar a emitir um sinal.
Entre bicicletas, fitas VHS e tardes na locadora, Harry, Sorc, Huida e Mylla vivem os últimos dias de uma infância que ainda acredita ser eterna. Mas algo muda quando o sinal da Torre de 61 começa a interferir nos rádios, nos sonhos — e nas próprias crianças da cidade.
Algumas deixam de brincar. Outras amadurecem rápido demais. E certos segredos, enterrados por cientistas e autoridades no passado, insistem em emergir. Enquanto os adultos fingem não ver, as crianças percebem que o verdadeiro perigo
não está apenas na torre, mas naquilo que ela desperta: uma presença antiga, faminta por inocência, que transforma crescer em um ato de sobrevivência.
Sem poderes. Sem respostas fáceis. Apenas amizade, coragem e a dolorosa descoberta de que nem toda perda pode ser evitada.
A Torre de 61 é uma história sobre o fim da infância o peso das memórias e o verão que muda tudo — mesmo quando ninguém mais parece lembrar Para os órfãos fãs de Stranger Things, e leitores de Stephen King, um livro rápido
com referências, aventura e um clima anos 80 que um brasileiro nunca ousou viver.
| Número de páginas | 446 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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