Na Roma antiga, pão e circo eram a fórmula para controlar multidões. Hoje, o espetáculo ganhou nova forma: algoritmos decidem desejos, notificações alimentam egos, curtidas substituem vínculos e a superficialidade tornou-se mecanismo de poder. Em “A SOCIEDADE DO LIKE: A Era do Brilho Raso”, revela como atenção virou mercadoria, como indignação foi domesticada e como a promessa de liberdade é, na verdade, roteiro invisível que mantém a sociedade cativa. Mas também aponta brechas de resistência: silêncios cultivados, vínculos autênticos, obras duráveis, práticas de profundidade. É um chamado para repensar escolhas, proteger tempo, recuperar imaginação e construir outra forma de viver em meio ao ruído. Um texto provocador e atual, que desmascara a engrenagem do espetáculo moderno e convida o leitor a atravessar a era do brilho raso em busca de densidade, sentido e liberdade real.
| Número de páginas | 290 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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