Em A Samira e o Deserto,
somos conduzidos à pequena cidade de Camponata,
numa atmosfera quase fabular.
A narrativa se abre com a delicadeza
de uma manhã perfumada por pão quente e terra molhada,
mas logo revela que sob a superfície idílica
há tensões, dores e mistérios.
O encontro entre o menino Arthur
e o enigmático “Velho das Areias”,
inaugura uma trama que fala de preconceito,
memória e redenção
com rara sensibilidade literária.
A Samira e o Deserto é uma narrativa delicada e profunda
sobre e a força inesperada daquilo que floresce
onde ninguém acredita ser possível.
| Número de páginas | 208 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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