No Rio de Janeiro de 1958, enquanto o rádio anunciava o primeiro título mundial e a Bossa Nova surgia como um sussurro nas janelas de Copacabana, um menino começava a desenhar sua própria história. Entre o barulho dos bondes que partiam e o silêncio dos novos edifícios que subiam, ele cresceu observando a alma de uma cidade em constante metamorfose.
Em um relato que cruza décadas, este livro é uma arqueologia dos afetos. Das mãos do avô que “sabiam pensar” às ladeiras de pedra da Praça XV, acompanhamos uma trajetória que sobrevive entre o concreto e a saudade. Uma obra sobre o que o tempo apaga, o que a tecnologia transforma e o que o coração se recusa a esquecer — um enigma que só se completa quando a última página é escrita.
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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