Vivemos mais, produzimos mais, consumimos mais e dominamos a natureza como nenhuma geração anterior. Ainda assim, aumentam os relatos de solidão, ansiedade, perda de sentido, fragmentação familiar e afastamento da vida natural. Seria esse apenas o preço inevitável do progresso ou existe uma contradição mais profunda na própria civilização?
Nesta obra, o autor propõe uma reflexão sobre um dos maiores paradoxos da história humana: muitas das instituições criadas para melhorar nossa existência acabaram nos afastando das condições biológicas, psicológicas e sociais para as quais evoluímos. A técnica, a burocracia, a escola, a família moderna, o mercado de trabalho, a urbanização, a tecnologia digital e a cultura contemporânea são analisados sob uma perspectiva que reúne filosofia, sociologia, antropologia, psicologia evolucionista e história.
Dialogando com pensadores como Jacques Ellul, Ivan Illich, Friedrich Nietzsche, Steven Pinker, Pierre Bourdieu, Jean Baudrillard, Guy Debord, Jonathan Haidt, Edward O. Wilson e diversos outros autores, o livro investiga como instituições originalmente criadas para atender necessidades humanas podem, com o tempo, adquirir uma lógica própria, frequentemente distante das funções que lhes deram origem.
Sem idealizar o passado nem negar as conquistas da modernidade, a obra questiona se o progresso material foi acompanhado por um progresso equivalente na experiência humana. O resultado é uma análise provocativa sobre amor, família, desigualdade
| Número de páginas | 113 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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