“A Arte de Permanecer Humano” não é um livro de autoajuda, nem um tratado teórico confortável. É uma obra de lucidez. Parte da constatação silenciosa de que muitas pessoas não estão exatamente perdidas — estão funcionando demais, adaptadas demais, distraídas demais para perceber o que foram deixando para trás.
Ao longo do livro, o leitor é conduzido por microcenas, diagnósticos sutis e observações implacavelmente honestas sobre escolhas pequenas, rotinas aparentemente inofensivas e concessões repetidas que, somadas, moldam uma vida. Não há fórmulas, slogans ou promessas fáceis. O que há é discernimento: sobre limites, caráter, coerência, desgaste interior, fé funcional e a distância crescente entre aquilo que dizemos valorizar e aquilo que realmente sustentamos com nossas decisões.
Com linguagem clara e literária, o livro cruza filosofia pratica , psicologia prática e uma leitura realista da natureza humana para tratar de temas como autocontrole, fadiga moral, autoengano, responsabilidade pessoal e maturidade — sempre partindo da vida concreta, não de abstrações.
“A Arte de Permanecer Humano” é para quem percebeu que o maior risco da vida moderna não é fracassar espetacularmente, mas se adaptar tanto que se desfigura. Para quem deseja permanecer lúcido num mundo ruidoso, íntegro num ambiente de atalhos e humano sob pressão constante.
Não promete transformar o leitor.
Mas oferece algo mais raro: clareza suficiente para que ele não se perca de si mesmo.
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2025) |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.