Quantas pessoas cabem dentro da palavra “Eu”?
Poucos minutos antes da meia-noite, enquanto uma estranha perturbação atravessa o planeta, Elias percebe que algo impossível está acontecendo. Os relógios hesitam, o céu assume cores improváveis, o rádio transmite mensagens fragmentadas — e doze hóspedes surgem dentro de sua casa.
Cada um carrega uma dimensão de sua história: medo, raiva, desejo, memória, apego, controle, esperança, dor, sombra e antigas formas de sobrevivência. Todos reivindicam, à sua maneira, o direito de pronunciar a mesma palavra: Eu.
Há treze lugares à mesa. Mas uma cadeira permanece vazia.
Durante uma única noite, a casa transforma-se numa cartografia viva da consciência. Entre psicologia profunda, filosofia, espiritualidade e mistério, Elias terá de descobrir quem — ou o quê — poderia ocupar a décima terceira cadeira.
A Décima Terceira Cadeira — Os muitos que chamamos de Eu é um romance sobre identidade, Self, sombra, individuação e integração. Uma jornada ao encontro dos muitos que habitam cada ser humano e de uma pergunta inquietante: e se o verdadeiro centro não fosse aquele que governa nossas vozes, mas o espaço capaz de acolhê-las?
Talvez amadurecer seja aprender a ser muitos sem deixar de ser um.
Palavras-chave: psicologia profunda; Jung; Self; sombra; individuação; consciência; identidade; autoconhecimento; psicologia transpessoal; espiritualidade; filosofia; integração; romance psicológico; transformação interior.
| Número de páginas | 417 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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