E se algumas formas de morrer fossem apenas maneiras de continuar vivendo depois que alguém foi embora?
Há amores que não terminam quando alguém parte. Permanecem nos cômodos vazios, nas palavras que não foram ditas, nas lembranças que insistem em despertar antes do amanhecer. Há despedidas que acontecem sem testemunhas e ausências que transformam até os gestos mais simples em dolorosas lembranças.
Em O amor, e outras formas de morrer antes do café da manhã, Drilly M. percorre os territórios íntimos do amor, dos encontros, dos desejos, das perdas e das pequenas mortes que experimentamos enquanto tentamos sobreviver àquilo que sentimos. Entre versos e silêncios, a obra revela as contradições de quem ama, perde, recorda e, mesmo ferido, continua procurando razões para permanecer.
No alto de uma montanha, um homem se depara com uma porta. Diante dela, existe a possibilidade de voltar, atravessar ou simplesmente permanecer ali, suspenso entre aquilo que já não pode ser recuperado e o desconhecido que ainda o espera. A paisagem torna-se metáfora da travessia interior: cada passo exige uma despedida, cada escolha carrega uma perda e cada amanhecer oferece a possibilidade de recomeçar.
Com uma escrita introspectiva e delicada, este livro convida o leitor a reconhecer as próprias ausências, a revisitar as histórias que ainda doem e a compreender que nem toda morte representa um fim definitivo.
Porque algumas pessoas não nos deixam. Apenas mudam de lugar dentro de nós.
| Número de páginas | 69 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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