Onde a água cai com força, nada permanece exatamente como estava. Exu Sete Cachoeiras é apresentado nesta obra como guardião das águas em movimento, trabalhador da Quimbanda que reconhece cargas, separa influências, rompe estagnações e conduz para longe aquilo que perdeu o direito de permanecer. Sua correnteza limpa, mas também exige firmeza. Abre caminhos, porém cobra responsabilidade de quem pretende percorrê-los. Com linguagem popular, profundidade e verdadeiro chão de terreiro, a obra percorre a história preservada pela oralidade, o mistério do número sete, a falange dos Exus Sete e os diferentes campos de atuação atribuídos a essa entidade. A cachoeira surge como um ponto de força formado pela união da água, da pedra, da mata e da névoa, revelando um guardião que sabe contornar obstáculos sem perder a direção e cortar vínculos sem transformar a defesa em vingança. Ao longo dos capítulos, são abordados seus trabalhos de limpeza, descarrego, proteção, prosperidade, revelação e desatamento de relações nocivas. Também ganham espaço a atuação nos terreiros, os médiuns, a incorporação, os símbolos, as guias, os pontos riscados, as ervas, os banhos, as defumações, as oferendas, as saudações, as orações e os pontos cantados, sempre respeitando as diferenças entre casas e linhagens. Mais do que falar sobre uma entidade, “EXU SETE CACHOEIRAS — O Guardião das Águas em Movimento” conduz ao entendimento de uma força que não realiza o que cabe ao ser humano. Exu guarda a passagem, mov
| Número de páginas | 256 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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