A teologia não é um mero academicismo abstrato; nas palavras de William Ames, a teologia é a "doutrina de viver para Deus". Contudo, viver de forma obediente e piedosa requer um guia seguro para a alma, e, durante muito tempo após a Reforma, a igreja protestante carecia de uma literatura profunda sobre os dilemas morais, dependendo muitas vezes da casuística católico-romana.
Dividida em cinco livros, a obra conduz o leitor de forma lógica, indo desde a teoria da consciência e da entrada no estado de graça até a gloriosa resolução prática dos dilemas da vida cristã. O seu grande trunfo histórico sobre as obras que a antecederam foi libertar a teologia moral das amarras medievais, estabelecendo que "Os Dez Mandamentos, não as virtudes cardeais, deveriam ser os princípios organizadores para o paroquiano que precisava de orientação para a vida cotidiana". Desse modo, a lei bíblica tornou-se a estrutura basilar dos livros quatro e cinco, abarcando exaustivamente os nossos deveres para com Deus e para com o próximo.
A vitalidade e importância desta publicação são atestadas pelo historiador Samuel Morrison, que descreve este tratado puritano como "uma das mais valiosas fontes da moralidade puritana". Reconhecendo a magnitude incomparável do trabalho de Ames em conduzir a consciência à pureza através das Escrituras, o eminente pastor puritano Richard Baxter asseverou de forma categórica que, na formação da casuística e da teologia moral, "Ames excedeu a todos".
| Número de páginas | 448 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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