As Cores que Não Tinham Nome
Na Escola Amanhecer, uma aula de arte comum transforma-se numa jornada profunda sobre identidade, escuta e convivência. Diante de um grande muro branco e de um estojo de tintas com poucas opções, um grupo de crianças entre 9 e 12 anos descobre que as cores mais bonitas da vida não vêm prontas nas prateleiras. Elas vêm da terra, das memórias, das origens, das tradições de suas famílias e do afeto compartilhado.
Escrito com uma sensibilidade rara por Marcos Naz e com prefácio de Julius Forjado, As Cores que Não Tinham Nome constitui uma fábula poética e filosófica sobre a diversidade cultural brasileira. A história conduz os leitores a refletirem sobre uma lição essencial: conviver não significa apagar quem somos para nos tornarmos todos iguais, mas sim abrir espaço para que a cor do outro também possa existir em harmonia, formando um mosaico muito mais belo do que qualquer um conseguiria fazer sozinho.
Esta obra apresenta-se como uma leitura inspiradora para crianças, jovens e educadores que acreditam numa liberdade que se cuida e na verdadeira riqueza de ser inteiro.
| Número de páginas | 96 |
| Edição | 3 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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