Este livro não é para todos.
É para quem lê com abertura — sem defesa, sem julgamento, sem intenção.
Quem o fizer, não vai ler um texto: vai entrar dentro dele — vai caminhar ao lado de alguém que ainda estava a descobrir o caminho enquanto o escrevia.
Não é um livro para memorizar. É para sentir com o corpo.
A mesma verdade aparece repetida várias vezes até uma delas te encontrar.
O que aqui está é uma observação sobre a narrativa permanente que acrescentamos àquilo que está a acontecer agora. Uma história criada pelo ego que interpreta a realidade, cola-lhe etiquetas e decide o que devemos sentir sobre ela.
O texto move-se em dois tempos: cria o conceito profundo quando te obriga a olhar para dentro, e depois dá espaço para o teu corpo relaxar e reconhecer-se nos exemplos mais banais da vida.
É um fole que abre e fecha.
Este texto não propõe um caminho de conquista, mas sim um processo de desapego e de confiança radical.
Não procura a perfeição; ele é real, é imperfeito, é desigual e está vivo.
Ele é um convite para largar o guião e deixar que o real coincida contigo.
| Número de páginas | 145 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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