A ÚLTIMA ROSA DE RILKE — O Poeta, a Mulher Egípcia e o Espinho da Eternidade
Nos últimos meses de sua vida, Rainer Maria Rilke, um dos maiores poetas da literatura mundial, encontra Nimet Eloui Bey, uma mulher egípcia cuja inteligência e sensibilidade despertam nele uma profunda afinidade.
Entre os jardins do castelo de Muzot e as paisagens suíças, nasce uma relação marcada por diálogos sobre o amor, a beleza, a morte e os mistérios da existência.
Durante um encontro, Rilke oferece uma rosa a Nimet e fere a mão em um espinho. O gesto, aparentemente simples, transforma-se em símbolo de uma história atravessada pela delicadeza e pela fragilidade humana.
Enquanto uma grave enfermidade aproxima o poeta de seus últimos dias, Nimet descobre que amar também significa reconhecer os limites da vida e aprender a conviver com aquilo que não podemos impedir.
Inspirado em acontecimentos históricos e enriquecido pela ficção, o romance entrelaça psicologia, filosofia, poesia e espiritualidade, evocando Ísis, Osíris, Plotino e antigas tradições sobre a eternidade.
Mais do que uma narrativa sobre a morte de Rilke, esta é uma história sobre a beleza dos encontros, a força da memória e a coragem de continuar vivendo depois da perda.
“Não foi a rosa que era delicada demais para o mundo. Foi o poeta que era delicado demais para a rosa.”
| Número de páginas | 486 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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