E se, na tentativa de construir uma sociedade mais justa, estivéssemos criando novas formas de divisão?
A igualdade é um dos valores mais defendidos da sociedade contemporânea. Está presente nas leis, nos discursos políticos e nas reivindicações por direitos. Mas, quando todos devem ser tratados como iguais, por que a própria sociedade estabelece distinções entre pessoas, grupos e circunstâncias? Em que momento tratar de maneira diferente representa um ato de justiça? E quando essa diferenciação passa a produzir novas desigualdades?
Em A Igualdade que Nos Divide, David Rodrigo Petry conduz o leitor por algumas das questões mais sensíveis do nosso tempo: a proteção à vida, as cotas raciais e sociais, o reconhecimento das identidades, os limites da liberdade de expressão, a pobreza e a seletividade da Justiça.
Com uma abordagem filosófica, crítica e acessível, a obra confronta convicções, examina contradições e questiona o papel do Estado na construção de uma sociedade verdadeiramente igualitária. Sem se prender a posicionamentos ideológicos ou oferecer respostas simplistas, convida o leitor a perceber que nem toda diferenciação representa privilégio, assim como nem toda política criada em nome da igualdade consegue produzir justiça.
Mais do que defender uma posição, este livro propõe um exercício de pensamento independente, capaz de desafiar certezas e ampliar perspectivas.
| Número de páginas | 293 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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