Mika Urra

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Sobre o autor

Meu nome é Mikaelli Veiga — outros três sobrenomes que meu querido pai decidiu incluir, escondido da minha mãe, quando foi me registrar — Urra. Mas podem me chamar de Mika Urra.

Nasci em Natal, no Rio Grande do Norte, e basta ler algumas páginas dos meus livros para perceber o quanto amo essa cidade. Natal é o cenário quase absoluto dos meus livros — a Natal que conheci, aquela que ainda existe e, principalmente, a que vive nas minhas lembranças e que jamais será esquecida.

Sou casada com um chileno e mãe de um lindo rapazinho. Foi o amor que me levou a construir parte da minha história adulta no Chile e me presenteou com uma vida entre dois países, dois idiomas e culturas diferentes.

Sou formada em Administração pela Universidade Brigham Young–Idaho.

Ao longo da vida, já quis ser muitas coisas, mas ser escritora nunca foi apenas uma das possibilidades. Eu sempre quis ser alguma coisa e escritora. Porque escrever nunca esteve separado dos meus outros sonhos; sempre foi a forma que encontrei de compreendê-los, ampliá-los e dar vida a mundos que só existiam dentro de mim.

Entre os meus muitos hobbies — dançar, treinar karatê, jogar futsal e ler bons livros —, há um que me enche especialmente de orgulho: aprender novos idiomas. Além do meu português, falo inglês e espanhol fluentemente. E por meio desses idiomas, tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis de diferentes partes do mundo, com histórias, costumes e formas singulares de enxergar a vida. Cada uma delas contribuiu — e continua contribuindo — para o meu inesgotável estoque de inspiração.

Comecei a escrever meu primeiro livro aos doze anos, durante uma aula de Português. A história só foi finalizada vinte anos mais tarde e ainda não foi publicada. Confesso: ainda não consegui deixar esse primeiro “filho” ganhar o mundo. Sou apegada demais a ele!

Não bebo, não fumo, mas preciso admitir publicamente um vício: sou a louca das vírgulas, dos pontos e vírgulas e dos travessões.

Para mim, escrever é sinônimo de liberdade. É atravessar a porta de uma realidade alternativa que não foi criada para que eu viva nela, mas para que eu dê vida a personagens fictícios capazes de despertar sentimentos verdadeiros.
Selos de reconhecimento
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