Neste relato vívido e sensível, George Sand narra sua estadia na ilha de Maiorca durante o inverno de 1838–1839, ao lado de seus filhos e do compositor Frédéric Chopin. O livro mistura observações pessoais, críticas sociais e descrições da paisagem e dos costumes locais, revelando tanto o encanto quanto as dificuldades enfrentadas pela autora em sua tentativa de encontrar refúgio e tranquilidade. A obra é marcada por uma prosa lírica, reflexiva e, por vezes, irônica, que denuncia preconceitos, intolerâncias e o isolamento cultural da ilha, ao mesmo tempo que exalta sua beleza natural.
O prefácio da edição portuguesa contextualiza a importância do livro como testemunho histórico e literário, destacando o papel de George Sand como mulher à frente de seu tempo, crítica da hipocrisia social e defensora da liberdade de pensamento. O texto introdutório também traça paralelos entre o exílio voluntário da autora e os dilemas contemporâneos de deslocamento e pertencimento.
A tradução de Claudionor Aparecido Ritondale preserva o estilo fluido e elegante de Sand, respeitando as nuances da língua original e adaptando com sensibilidade os elementos culturais e linguísticos para o leitor brasileiro. O trabalho do tradutor valoriza o tom intimista e crítico da autora, oferecendo uma versão acessível e literariamente rica, que mantém a força expressiva do texto original.
| Número de páginas | 386 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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