Há assuntos que o tempo insiste em empurrar para debaixo do tapete da igreja moderna. Há temas que muitos evitam, outros distorcem e alguns exploram para manipulação religiosa. A batalha espiritual é um deles. Fala-se de demônios, maldições, opressões, “macumbas” e ataques espirituais com uma mistura perigosa de superstição, medo e teologias improvisadas. Crentes fracos, confundidos ou mal ensinados passam a acreditar que qualquer vento contrário é obra do diabo; que qualquer enfermidade é seta espiritual; que qualquer dificuldade é maldição hereditária; que qualquer ritual feito numa esquina tem poder de amarrar a vida de um filho de Deus.
E, tragicamente, esse caos doutrinário floresceu não porque o diabo é forte, mas porque muitos púlpitos são fracos. Sermões mal explicados, interpretações isoladas, textos arrancados de contexto, tradições humanas travestidas de espiritualidade — tudo isso produziu um cristianismo vulnerável, medroso e incoerente. Um cristianismo que teme mais o despacho na rua do que a própria incredulidade no coração. Um cristianismo que fala mais do diabo do que da cruz. Um cristianismo que se impressiona mais com trevas do que com a luz que tem dentro de si.
Este livro nasce como um protesto — um protesto reformado.
Um chamado para voltar às Escrituras.
Um convite para abandonar os medos que nunca vieram da Bíblia e abraçar as verdades que sempre estiveram nela.
| Número de páginas | 123 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Português |
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