Selado no Céu ergue-se como uma contracultura teológica em um mundo marcado por afetos líquidos e divórcios banais. Sob a firme espinha dorsal da Cosmovisão Reformada, o autor desconstrói o antropocentrismo sentimental contemporâneo para resgatar o matrimônio como um fato ontológico, e não um mero contrato civil descartável. O casamento, instituído no Éden anterior à Queda, serve ao Mandato Cultural e é sustentado pela Graça Comum. Quando Deus atua como a Causa Eficiente e une um casal, opera-se uma fusão metafísica indissolúvel (1+1=1), gerando um vínculo pactual que nenhuma autoridade terrena possui competência para desatar.
Analisando com rigor exegético as "cláusulas de escape" de Mateus 19 e 1 Coríntios 7, não há autorização divina para o recasamento enquanto o cônjuge original respirar. Em Mateus o "a não ser por adultério" não autoriza o recasamento e em 1 Coríntios, o abandono legitima, no limite, a separação de corpos para a preservação da paz, mas jamais anulam a estrutura da aliança perante o tribunal celestial. O divórcio civil é uma ilusão jurídica; o novo casamento, um adultério institucionalizado. O livro detalha uma distinção cirúrgica sobre o reatar: Moisés proibiu o retorno se houver novo casamento formal (resguardo da ordem social), mas Oséias e Paulo ordenam o resgate e a reconciliação caso o leito original não tenha sido institucionalmente substituído.
| ISBN | 9786502161647 |
| Número de páginas | 216 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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