"Quando o medo veste uniforme, chamam-no de paz."
Até onde você iria por segurança? Na Fazenda Tupiniquim, os animais descobriram que o "Curral do Amanhã" prometia abrigo, mas entregava silêncio.
Nesta alegoria mordaz, acompanhamos a ascensão de um poder que reivindica a palavra final sobre a verdade. Entre Corvos que "traduzem" a lei conforme a conveniência e uma Serpente que sussurra que o espírito é mais vivo que o texto, a justiça rasteja enquanto a vontade se eleva.
O Eco do Medo não aponta culpados com nomes e endereços; ele ilumina as sombras que se repetem sob novas vestes em qualquer sociedade. É uma leitura essencial para quem desconfia das unanimidades e acredita que, quando a época pede silêncio, a literatura deve responder com perguntas.
"A liberdade de expressão não é licença para ferir — é o dever de responder pelo que se diz e o direito de não ser calado pelo que se pensa."
| ISBN | 9786501772660 |
| Número de páginas | 75 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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