Onde os Lírios Sangram
A beleza exige sacrifício. A perfeição exige silêncio.
Em Oakhaven, uma cidade acostumada a segredos e neblina, uma jovem bailarina é encontrada morta na decadente Mansão Blackwood. O corpo não é apenas um cadáver; é uma "natureza-morta", uma composição artística macabra. Ornamentada com lírios brancos costurados à carne com seda negra e sangue, Isabella se torna a obra-prima de um assassino obsessivo e meticuloso.
Elias Thorne é o único capaz de decifrar essa sintaxe de horror. Ex-detetive da polícia, agora um investigador particular letal e refinado, ele é um homem de rituais e ordem absoluta, impulsionado por uma necessidade quase patológica de corrigir o caos do mundo. Contratado por Arthur Vance, o namorado devastado de Isabella, Elias se vê arrastado para um labirinto de simetria e loucura.
O "Assassino dos Lírios" não mata por impulso; ele mata para paralisar o tempo e alcançar a eternidade. Ele busca um espectador à altura de sua arte, e Elias é o único que entende a linguagem da geometria e do rigor aplicada à dor. Enquanto Elias luta contra os fantasmas de uma investigação fracassada há três anos, a melhor amiga de Isabella desaparece, sinalizando que o doentio jardim social do assassino está sendo "podado" novamente.
Em uma caçada onde as pistas são pétalas e o sangue é a tinta, Elias deve mergulhar nas sombras mais profundas de Oakhaven e de sua própria mente para capturar o "esteta" antes que a última flor caia. Mas quando se olha fixam
| Número de páginas | 105 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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