Em um século saturado pelo ruído da autonomia humana, "O Verbo e o Pó" surge como um manifesto ontológico focado em colapsar a dissonância da existência e realinhá-la ao Eixo Absoluto: o Logos que sustenta as galáxias e habita o pó. Mergulhando na geometria do ser, a obra desvenda a Queda não apenas como um evento histórico, mas como uma patologia do Ego que gera amnésia espiritual e nos afasta do pulsar do Criador. O autor convida o leitor a descalçar as sandálias do mérito para enfrentar o choque inevitável entre sua finitude carnal e a Majestade que o reclama, atravessando o Silêncio da Eternidade até a Glória do Ponto Ômega.
A resposta a esse colapso é encarnacional: através dos mistérios da Kenosis e da Expiação, a realidade é reconstruída e a Imago Dei restaurada, apresentando Cristo como o Sintonizador Mestre que convoca o leitor ao funeral do Ego para que uma nova humanidade floresça. Esta obra funciona como uma trombeta profética para que o cristão assuma seu posto como embaixador de um Reino inabalável, transformando a rotina em liturgia e o silêncio em oração. Ao romper a neutralidade letárgica de uma geração que apenas sobrevive em instituições, o texto reconduz a alma à sua vocação original de arder em altares de adoração.
"O Verbo e o Pó" é, enfim, o último chamado ao despertar antes da alvorada definitiva; um encontro transformador onde o pó reencontra o Sopro para declarar com convicção: eu era nada, mas o Verbo me encontrou.
| ISBN | 9786501880983 |
| Número de páginas | 361 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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