Sobre a obra
Toda janela iluminada é uma confissão que ninguém pediu para ouvir.
Em uma São Paulo de concreto e luzes infinitas, onde milhões de vidas se cruzam sem nunca se tocar, existe um limite perigoso entre observar e ser observado. Você já sentiu que, ao caminhar pela Faria Lima, ou fechar a porta do seu seu carro, alguém poderia estar observando e lendo você?
Em O Homem Que Observava Janelas, Luiz Gilberto Camargo nos convida a participar das suas conversas com um homem que chamaremos de O Observador. Entre um drink e o silêncio da metrópole, somos apresentados a dezesseis janelas. Dezesseis vidas despidas de suas máscaras sociais: o executivo que desmorona no luxo, a mulher que busca a própria identidade no reflexo do vidro, o gênio digital que governa o mundo de um casulo solitário e muito mais.
Com a sensibilidade mística de quem enxerga o que está invisível aos olhos apressados e a ausência de julgamentos para narrar histórias extravagantes, obscenas, desconfortáveis e ainda assim extremamente reais este romance é um espelho visceral para quem equilibra ambição e solidão na cidade que nunca dorme. É um convite para baixar a guarda, esquecer as notificações do celular e olhar para fora.
Prepare-se: ao abrir este livro, você descobrirá que o voyeurismo é apenas a camada externa da empatia. E que, no final das contas, a janela mais reveladora de todas pode ser, justamente, a sua.
Contato: [email protected] | linkedin.com/in/gilbertocamargo
| ISBN | 978-65-266-7133-7 |
| Número de páginas | 304 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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