Desta vez… não há mais teoria.
A jornada começou.
Após descobrirem que os fragmentos estão espalhados pelo mundo, a busca deixa de ser investigação e se transforma em ação. O primeiro destino é claro. A ordem está definida. E o caminho… já foi escolhido.
A Amazônia.
Um território onde o mundo não é apenas natureza — é presença. Densa. Viva. Imprevisível.
Mas o que os aguarda ali não é apenas o ambiente hostil.
É algo muito mais antigo.
Muito mais profundo.
E muito mais consciente.
Desde o primeiro passo, fica claro que aquela não é uma expedição comum. A floresta não apenas cerca… ela observa. Cada movimento parece ser percebido. Cada decisão… medida.
E o fragmento responde.
De forma diferente.
Mais intensa.
Mais direta.
Como se estivesse sendo atraído.
Ou reconhecido.
À medida que avançam, a linha entre o natural e o desconhecido começa a desaparecer. O ambiente se torna instável. O silêncio pesa. E a sensação de não estarem sozinhos se torna impossível de ignorar.
Porque eles não estão.
Sinais começam a surgir. Mudanças sutis no comportamento da floresta. Indícios de que algo está reagindo à presença deles. Como se a própria Amazônia estivesse protegendo aquilo que esconde.
E quanto mais avançam…
mais difícil se torna voltar.
Mas o maior risco não está apenas ao redor.
Está no que estão buscando.
Porque o fragmento da Amazônia não é como o primeiro.
Ele não apenas responde.
Ele reage.
E, desta vez…
não há garantia de controle.
| Número de páginas | 190 |
| Edição | 4 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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