Lyrian da Casa dos Ventos tem vinte e sete anos, um porão cheio de experimentos fracassados e uma mãe presa em âmbar há dez. Elysia não está morta — está suspensa, os olhos substituídos por dourado translúcido que pulsa como um coração que se recusa a parar. E Lyrian passou uma década tentando desfazer o impossível, convencido de que era isso que o amor exigia.
Quando o antigo mestre aparece com um espelho que contém a sua própria Sombra — a raiva, a culpa e a obsessão destiladas numa entidade com voz e vontade próprias — Lyrian aceita o pacto. O destino é o Oásis da Língua Primordial. O preço, ainda não sabe qual é.
O caminho leva-o pelo Bosque das Memórias Enraizadas, onde uma Cartógrafa ensina que esquecer é diferente de curar. Pelo Deserto dos Ecos, onde um exilado revela que o Oásis não é um lugar de respostas, mas de perguntas que não se ousam fazer em nenhum outro lugar. Pelas Montanhas do Fogo Adormecido, onde os desejos ardem até expor o que se escondia sob a obsessão.
Até que Lyrian descobre a verdade: sua mãe escolheu. Sabia o que fazia. E deixou uma mensagem que ele passou dez anos tentando apagar em vez de ler.
O Alquimista é uma história sobre o luto que se disfarça de amor, sobre a Sombra que não é nossa inimiga, e sobre a diferença entre salvar alguém e deixá-lo partir. Porque para desfazer um cristal, é preciso primeiro quebrá-lo. E a primeira coisa a quebrar, sempre, é a mão que o segura.
| Número de páginas | 222 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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