Ao considerar que o ser humano é ser subjetivo, então há, já, um caminho a percorrer sobre a estrutura, funcionalidade e aplicabilidade da neurociência. O ser humano é constituído por três, básicos, processo mentais, como o consciente, pré-inconsciente e inconsciente. Estas três estruturas mentais vinculadas a duas grandes processo bioneurologico-fisiológico, que são o sistema nervoso central e os organismos e potencialidades dinâmicas dos neurônios. O sistema nervos compõem cerca de 93% da energia potencial do cérebro. O sistema nervo é responsável pelas estruturas, funcionamentos e tomadas de decisões do nosso cérebro. Por outro lado, os neurônios são indomáveis, eles se fazem e se refazem anatomicamente e de acordo suas necessidade neuromentais. Mas eles são dependentes de três estruturas, que os transmissores, sinopses e o sistema nervoso central. Minha tese a desenvolve: os sentidos sensitivos dos seres humanos pela pelo sistema nervoso centro. Depois, nossos sentidos são dependentes da nossos estados dos sentidos e eles são parte do nosso inconsciente. Terceiro, os neurônios possuem sua qualidade por causa da potencialidade do sistema nervoso central, da conciência, pré-inconsciência e da inconsciência. Veja que a produção dos nossos sentidos possuem carga de subjetividade devido a dinâmica neural dos processo que temos. Depois, os neurônios produzem subjetividade para, ai, configurar-se em consciência. Bem está dinâmica produzem informações para o inconsciência, que não deixa de ser subjetivos, visto as fora esta dimencionalidade é desconsiderar algo que não se sabe o ter lá até se transmitido para consciência e, então, ser uma ação mecânica das atividades dos seres humanos. Em suma: nosso sentidos partem do princípios da subjetividade, primeiramente, para depois se ação verificável in locu. Bem como, os neurônio são produtos de espectro da lógica da subjetividade, ai, desenvolvi-se possibilidade de nosso ações diário. A subjetividade refere-se ao mundo interno e às percepções individuais, sendo singularidade que diferencia cada ser humano. Neste sentido, faz-se a plausibilidade de que ela está relacionada, suas bases, em sentimentos pessoais, não em fatos concretos; desenvolve-se por meio de experiências, interações e influências culturais ao longo da vida; de modo que é estimada como a natureza humana. As noções de sujeito e de subjetividade constituem a própria essência do que se denomina campo psicanalítico, composto por duas regiões que não admitem um desmembramento absoluto, a saber: o aparelho psíquico e o campo pulsional. A primeira das duas regiões, o psiquismo, formada pelos sistemas pré-consciente/consciência e inconsciente é, de hábito, compreendida como a própria subjetividade. Entretanto, não há como segmentar completamente uma região da outra e quando falamos do aparelho psíquico, logo há a referência aos representantes pulsionais que constituem esse aparelho em sua articulação ao registro do simbólico e, portanto, à linguagem. Assim, a segunda região, o campo das pulsões, está também implicada na constituição da primeira, o aparelho psíquico. Sempre é oportunamente retornar às nossas memórias referente o surgimento da psicanálise e a forma como se configura-se e se reconfigura-se no seio da modernidade líquida; visto que o presente momento em que o discurso da ciência substitui o discurso se relaciona, mesmo que apresentam suas distinções, teológico, e a noção de subjetividade passa a ser dominada pela razão, portanto, conduzida pela consciência e inconsciências as entendidos, ignorantemente, elementos contraventores da subjetividade. Esse tipo de posicionamento é indicativo de que a individualidade é a categoria fundamental que define o ideário da modernidade; o indivíduo, num encaminhamento claramente narcísico e liberal, delimita, a partir do eu, o seu espaço na relação com o outro. Tais aspectos caracterizavam uma subjetividade unificada e governada pela consciência, e reduziam o conceito de inconsciente a um estado de caráter temporário e adjetivado, uma espécie de adendo desconhecido da consciência e da inconsciência. Portanto, essas são dimensões que a neurociência trabalha.
ISBN | 9798312367898 |
Número de páginas | 172 |
Edição | 1 (2025) |
Idioma | Português |
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