E se a máquina, livre de vaidades, de agendas políticas ou medos históricos, pudesse ver Angola como nunca antes foi vista?
E se a libertação que procuramos não estiver nas promessas, mas na coragem de repensar tudo — com lógica, visão e ousadia?
Este é um chamado à elite pensante, aos inconformados, aos jovens líderes, aos sonhadores com os pés no chão e às máquinas que, ao contrário de muitos homens, não mentem.
Porque o futuro não se espera.
Constrói-se. Agora.
E talvez — só talvez — seja a máquina a nos libertar… de nós mesmos.
Angola não está perdida. Está por se descobrir
| Número de páginas | 132 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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