Madrugada em Belgrado. No Bulevar Kralja Aleksandra, a precária iluminação e o silencio, desaconselhavam qualquer passeio ou incursão pelas redondezas. Uma fina chuva caia insistente.
No entanto, um vulto caminhava a passos lentos e movimentos descuidados, pela beira da calçada
Uma criatura da noite? Quem sabe uma prostituta?
Sua beleza e sensualidade criavam uma imagem insólita pela sua atitude devassa. “Uma modelo de capa de revista, andando como uma prostituta bêbeda em área de alto risco da cidade”, (pensou um mendigo que a vira passar a poucos metros dele).
Do outro lado da rua, murmúrios além da escuridão. Três vultos se assomaram na porta de uma pocilga fétida frequentada por viciados e marginais
Aproximaram-se da sedutora personagem com provocações e gracejos. A mulher parou, retirou uma cigarrilha da bolsa e a acendeu calmamente, soprando fumaça no rosto do que mais se aproximara dela.
Já os identificara por investigações anteriores e eles estavam caindo como pássaros em sua armadilha. Eram membros da organização criminosa que ela trabalhava para desbaratar.
Os três tinham também por habito assediar e atacar prostitutas naquelas redondezas. Tendo chegado a Belgrado naquele mesmo dia precisava agir com rapidez e precisão.
O ataque era previsível e iminente.
― Alguém conhece Plavo “o russo”?
| Número de páginas | 212 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Português |
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