A exposição e explicação didáticas da filosofia (ou ‘amor da sabedoria’ em grego) universal, por um lado, e a responsabilidade existencial do homem em face desta verdade perene, por outro, constituem os dois polos sobre os quais gira o eixo deste livro de William Stoddart. Essa abordagem confronta o fato de que a verdade sobre Deus (o Absoluto), o homem (o relativo), e a salvação (a ‘ponte’ que o Absoluto estende para o relativo) tem sido quase completamente esquecida. Em outros termos, o mundo em que vivemos é um ambiente de esquecimento. O que é necessário, portanto, é ‘lembrar-se’. Mas lembrar-se de quê, e como?
Lembrar-se antes de tudo daquelas verdades que fazem os seres humanos integralmente homens e mulheres, verdades que, como Frithjof Schuon disse, estão inscritas na própria substância de nosso ser, mas que foram cobertas por camadas e mais camadas de confusão e esquecimento.
E por que tais verdades foram esquecidas? Porque a própria natureza de nosso mundo é esquecimento da Verdade, do Bem e do Belo – para falar com Platão. Hoje, o que predomina é o ‘culto’ da superficialidade e da mundanidade. Porque a ‘civilização’ escolheu se interessar apenas pelo que é transitório, e não pelo que é perene. Nossa intuição natural pelo Sagrado tem sido embotada pelo materialismo e o relativismo. Em resposta, Stoddart diz que devemos despertar e ‘lembrar’. Temos de fazer algo, temos uma responsabilidade. Lembrar-se dessas verdades, e em seguida agir de acordo com elas.
| ISBN | 9786502001059 |
| Número de páginas | 184 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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