Ilegítima acompanha uma travessia silenciosa por vínculos frágeis, afetos confusos, abusos, violência infantil e o uso da doutrina religiosa como forma de controle, até a construção tardia de uma identidade própria.
É um romance sobre as marcas deixadas por uma origem que não oferece abrigo, onde a ideia de pertencimento é condicionada ao medo e ao silêncio.
Ao romper pactos antigos e silêncios herdados, existir deixa de ser um pedido — e passa a ser um gesto definitivo.
| Número de páginas | 153 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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