Em meio ao sopro frio de uma Inglaterra marcada pela formalidade e pela religiosidade estagnada, surgiu uma voz que não podia ser contida, uma presença que não poderia ser ignorada. George Whitefield nasceu em Gloucester em 1714, filho de um taberneiro, em um ambiente que não prenunciava grandeza. E, no entanto, aquele menino tímido e de saúde frágil carregava no coração uma centelha que faria ecoar seu nome por continentes e gerações. Ele não seria apenas um pregador; seria um catalisador, um instrumento através do qual Deus reacenderia o fervor da fé em uma época sedenta de autenticidade espiritual.
Desde cedo, Whitefield demonstrou uma sensibilidade única para a Palavra de Deus. Não se contentava com ritos vazios, com sermões mecânicos ou com uma religião que pudesse ser meramente decorativa. Sua alma clamava por um encontro real com o Criador, por uma experiência que transformasse a mente, o coração e a vida. Essa busca seria a força motriz de sua existência, e a paixão que ele carregava por Cristo seria percebida em cada gesto, em cada palavra, em cada olhar dirigido à multidão que ousava ouvir suas mensagens.
Ao ingressar na Universidade de Oxford, Whitefield não apenas estudou teologia; ele começou a viver uma vocação que transcenderia a mera erudição. Foi ali que encontrou os Holy Club, um grupo de jovens metodistas comprometidos com a santidade pessoal e a busca pela fé viva. Entre eles, John Wesley, que se tornaria amigo, correspondente e às vezes crítico ...
| Número de páginas | 117 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Português |
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