Erectus parte de uma premissa incômoda: sobreviveu a espécie errada. Não como metáfora — como conclusão fundamentada em evidências que raramente examinamos com honestidade. Durante 1,5 a 1,9 milhão de anos, o Homo erectus viveu em equilíbrio sustentável com a biosfera, sem ansiedade existencial, sem genocídio organizado, sem ameaças autoimpostas de extinção. Nós, sapiens, existimos há 300 mil anos e já construímos arsenais nucleares, desestabilizamos o clima planetário e institucionalizamos a desigualdade obscena. Este ensaio examina, sem consolação e sem eufemismo, o custo real da hipertrofia cognitiva que chamamos de progresso.
| ISBN | 9786598812652 |
| Número de páginas | 104 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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