A conclusão da trilogia que narra o cangaço no sertão nordestino. Uma história sobre homens marcados pela violência, mas, sobretudo, sobre meninos que um dia sonharam ser outra coisa. Aqui, o cangaço não é apenas bando ou farda, e a volante não é apenas lei ou ordem: ambos são frutos de um mesmo chão rachado pela miséria, pelo medo e pela vingança.
A narrativa acompanha Pedro e Nonato — o capitão e o cangaceiro — ligados por uma amizade antiga, construída ainda na infância, quando o mundo parecia caber num fim de tarde visto do alto de um cajueiro. Anos depois, eles se reencontram em lados opostos de uma guerra que já não faz sentido, num sertão cansado de enterrar seus filhos. O fim do cangaço se aproxima, mas o preço cobrado por essa “paz” revela-se tão cruel quanto a própria violência que se pretendeu apagar.
| Número de páginas | 110 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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