Há livros que lemos e esquecemos. Há textos que apreciamos, mas logo se dissolvem como fumaça na memória. Porém, há escritos que, uma vez tocando nossos olhos e corações, jamais nos permitem ser os mesmos. Efésios é esse tipo de livro. Não é apenas uma carta antiga enviada a uma igreja distante; é uma janela escancarada para a eternidade, um espelho que revela nossa condição mais profunda e um mapa que orienta nossa caminhada no tempo presente. Ler Efésios é como subir ao cume de uma montanha: de lá se enxerga tanto a majestade do céu como as batalhas do vale.
Desde suas primeiras linhas, o apóstolo Paulo rompe o limite do tempo e nos transporta para antes da fundação do mundo. Ele não inicia falando de nós, mas de Deus. Não começa descrevendo nossas carências, mas proclamando as bênçãos espirituais em Cristo. Somos lembrados de que nossa história não começa no berço, mas na eternidade. Antes que existíssemos, já éramos conhecidos, amados e escolhidos em Cristo. Essa perspectiva muda tudo: não somos acidentes cósmicos, nem frutos do acaso, mas parte de um propósito divino que atravessa eras e se concretiza na história da redenção.
Mas se a carta se inicia nas alturas, não permanece em um terreno etéreo. Rapidamente, ela desce às realidades mais concretas da vida humana. O mesmo texto que nos fala das regiões celestiais também nos ensina como tratar o próximo, como lidar com o casamento, como criar filhos e até como enfrentar o inimigo invisível que nos ataca diariamente.
| Número de páginas | 82 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Português |
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